Batimento

Em Junho de 2021 foi editada a Coleção Batimento com quatro livros/CDs de quatro projetos de música e spoken word: JP Coimbra, Lacónico, José Camilo e A Favola da Medusa. Seguiram-se Alfredo Costa e Llama Virgem, seleccionados através de um open call aberto em 2022.

Alfredo Costa

O Que Está Morto Não Pode Morrer

Depois de um percurso à frente de colectivos como os Skills and the Bunny Crew, Alfredo Costa está agora a iniciar a sua carreira a solo. Depois de uma estreia no Super Bock Em Stock com um espectáculo que deixou água na boca pela diversidade estética, expressividade e energia do músico, Alfredo foi o vencedor do open call da Colecção Batimento onde lança agora o seu EP de apresentação “O Que Está Morto Não Pode Morrer”. Um trabalho com seis temas inéditos que tem selo da Colecção Batimento, da Cidade Nua.

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Llama Virgem

Não são as unhas que me roem

Llama Virgem é um projecto musical inter-disciplinar criado em 2016 numa antiga caixa forte de uma agência bancária na freguesia de São Vicente de Fora, em Lisboa. Formado por Pedro Januário, Daniel Antunes Pinheiro e Rui Gonçalves, o grupo conta com a sonoridade da guitarra, do baixo e de uma caixa de ritmos para, juntamente à voz, criar músicas que viajam entre o new wave pop e indie rock. Com letras que abordam assuntos de forte crítica social que vão do mundo das artes à gentrificação, passando pelos universos particulares de cada integrante. Estreiam-se na Colecção Batimento com “Não são as unhas que me roem”.

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José Camilo

Os poetas não devem ser chatos, mas os leitores não podem ser estúpidos

Em “Os poetas não devem ser chatos, mas os leitores não podem ser estúpidos”, José Camilo deixa as guitarras darem lugar aos teclados, as letras de canções são trocadas por poemas sem rima nem refrão e no lugar da voz cantada ouve-se agora spoken word. Este disco conta com Cláudia Correia (responsável pela produção e eletrónica), que também acompanha José Camilo em palco.

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JP Coimbra

De tanto procurar ainda me encontro

Em “De tanto procurar ainda me encontro”, JP Coimbra privilegia o texto livre aprofundando a ambiguidade entre a poesia e a prosa, entre o real e o imaginário. Neste livro-disco editado pela Cidade Nua, a escrita sai dela própria e ganha o corpo e a voz de quem a diz. Ao lado de JP Coimbra neste exercício está o actor João Reis, amplificando a palavra, soltando os seus meandros, trazendo tudo à superfície.

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Lacónico

Acaso

Li Alves e Cristóvão Campos debruçam-se sobre o poetry slam e o spoken word, numa aventura musical distinta. Em “Acaso”, o som dos Lacónico encontra-se algures entre a música ambiente, o soul e a música electrónica; num registo obscuro, hipnotizante e um tanto surreal com letras que tratam da dura realidade que nos rodeia, pondo “o dedo na ferida”. Lacónico é um acaso que aconteceu na junção entre a palavra dita e experiências musicais.

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A Favola da Medusa

Herbarium

A Favola da Medusa é um projeto que combina música improvisada e poesia. Nasceu em 2010, com o poeta Miguel Martins e o músico e escritor Filipe Homem Fonseca, e vem desenvolvendo colaborações com vários músicos, nacionais e internacionais. Atualmente, o projeto conta também com João Pedro Viegas no clarinete, Mário Rua na bateria e a atriz Ana Água na voz.

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Contactos
Filipa Patrício
filipa.patricio@apalavra.pt / +351 964 281 301